Alentejo

"O Alentejo cumpriu a meta do N+3, e como tal não perderá 1€ de fundos comunitários", diz presidente da CCDRA (c/som e fotos)

Reportagens 11 Dez. 2019

Decorreu esta quarta feira, 11 de dezembro, o 12º Comité de Acompanhamento do Programa Operacional Regional do Alentejo 2014/2020, em Borba.

A Rádio Campanário marcou presença e falou com Roberto Grilo, presidente da CCDR Alentejo, que começa por referir que “estamos a falar da 12ª reunião do comité de acompanhamento, que resulta de uma reunião de todas a entidades envolvidas no acompanhamento”.

Roberto Grilo refere explica que “fizemos o ponto de situação relativamente ás execuções e aprovações”, acrescentando que “tivemos também um grupo de ação local que nos veio falar da sua experiência, para de alguma forma prepararmos o próximo período de programação”.

O presidente da CCDRA afirma que “enche-nos de orgulho afirmar perante todas estas entidades onde a região Alentejo chegou”, complementando que “a regra do N+3 foi superada em largos milhões de euros”.

“O Alentejo não perde um euro dos fundos que lhe estão afetos”
Roberto Grilo

Roberto Grilo refere ainda aos nossos microfones que “o encerramento da certificação do período anterior de programação não apresentou perdas para a região”, deixando a garantia de que “a região pode contar com o nosso trabalho afincado até 2023”.

Para Roberto Grilo, o cumprimento “de todas as metas da execução dos fundos, bem como das metas do abandono escolar e no desemprego”, são uma garantia.

O presidente da CCDRA refere que “a taxa de execução é de 26% a 30 de novembro”, considerando que “não é um pouco abaixo, o que importa salientar é que a regra do N+3 está ultrapassada”.

A meta do N+3 “no caso do Alentejo superava-se na ordem dos 25%, por isso está ultrapassada em mais de 1% relativamente aquilo que era o compromisso mínimo para não perdemos verbas”, concluí.

Relativamente a eventuais cortes de fundos europeus, Roberto Grilo explica que “as regiões e o país não podem devolver fundos comunitários não executados, isso implica perdas em quadros futuros”, acrescentando que “se existem fundos que estão alocados em candidaturas que não estão a ser executadas vamos ter de o os realocar onde possam vir a ser executados”.

 

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