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Sábado, Julho 20, 2024

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ARS reforça todos os hospitais da região, garantindo “um melhor serviço ao alentejanos”, diz José Robalo (c/som)

A Assembleia da República publicou durante esta semana uma resolução, em que recomendam ao Governo medidas urgentes para reforçar a resposta pública na saúde no distrito de Beja.

A Rádio Campanário procurou saber junto de José Robalo, presidente da ARS Alentejo, como encara esta resolução.

O presidente da ARS Alentejo começa por referir que “tudo o que seja reforço das nossas estruturas vai melhorar a prestação de cuidados”, que é o principal objetivo da ARS.

José Robalo não deixa de lembrar “as dificuldades de fixação de médicos”, referindo que esse fator “não pode colocar em causa a qualidade da prestação de cuidados de saúde”.

“A medicina evoluí, as necessidades são diferentes, logo os espaços também têm de ser diferentes e adequados ás necessidades”
José Robalo

 

O presidente da ARS Alentejo considera que “se vierem profissionais para o Alentejo”, serão muito bem-vindos, “poderemos assim ter algum equilíbrio em relação aos quadros necessários”.

No que concerne aos equipamentos, José Robalo refere que “temos equipamentos que são praticamente novos, alguns têm muito pouco tempo, inclusivamente a maior parte deles foram inaugurados durante esta legislatura”.

As maiores dificuldades não são em termos de “espaços físicos”, mas sim em termos “dos hospitais”, refere o presidente da ARS Alentejo.

José Robalo justifica as suas declarações sobre as dificuldades nos hospitais com o facto de “ter sido aprovado o investimento para o novo Hospital Central do Alentejo”, bem como “outras pequenas intervenções nos outros hospitais da região”.

A ARS Alentejo, na voz do seu presidente, destaca “o banco de urgências no Litoral Alentejano, com cerca de 1000 metros quadrados e que irá assegurar um melhor acolhimento dos utentes, a Clínica de Alta Resolução em Elvas (quase a ser inaugurada), e no Baixo Alentejo a renovação de todo o equipamento de imagiologia”.

José Robalo refere ainda que no “Baixo Alentejo, a curto prazo será resolvida a questão da ressonância magnética que está em falta”, acrescentando que “gostaríamos ainda de construir mais uma ala no Hospital de Beja, de forma a que se pudesse distribuir os serviços de forma mais harmoniosa”.

Para o presidente da ARS Alentejo “enquanto construímos o novo Hospital Central do Alentejo, tentamos reforçar as partes mais frágeis das outras unidades de saúde”.

José Robalo considera que “temos de garantir a equidade entre todos os alentejanos, o atendimento e as condições tem de ser iguais no norte alentejano, no baixo Alentejo e no Alentejo central”.

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