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Base aérea de Beja transformada num centro operacional no combate de incêndio de Castro Marim

A Base Aérea n.º11 em Beja transformou-se num centro operacional dos meios aéreos envolvidos no combate ao incêndio em Castro Marim.

Foram nove as aeronaves que  combateram na tarde desta terça-feira, durante o incêndio em Castro Marim, no Algarve.

“Destas aeronaves fazem parte dois “Fire Boss” do Centro de Meios Aéreos (CMA) constituído na BA11, dois “Canadair” do CMA de Castelo Branco e quatro “Fireboss” dos CMA de Ponte de Sor e de Viseu, que foram movimentados para a base, assim como um helicóptero “Koala” da Força Aérea, que efetua a coordenação dos meios”, segundo o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) ao publico.

O  Exército deu apoio no combate do incêndio, enviando para Castro Marim, “dois destacamentos de engenharia, com duas máquinas de rasto, que apoiam no combate indireto ao incêndio, na proteção das populações e no rescaldo”.

 

Neste apoio, as Forças Armadas «contam ainda com dois veículos aéreos não tripulados, da Força Aérea, a operar a partir da Lousã e Beja, bem como dois “drones”, do Exército, em Portalegre, no apoio das patrulhas terrestres».

Em termos de aeronaves tripuladas, um P-3C encontra-se a fazer vigilância aérea entre Macedo de Cavaleiros e Beja, encontrando-se, igualmente, em prontidão, um helicóptero de asa rotativa, na Lousã.

 

in Sul Informação

in Publico

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