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Terça-feira, Julho 16, 2024

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Cuidar do ambiente aos 10 anos: “estou muito feliz por ajudar a ter um planeta melhor” diz Henrique Lopes (c/som)

Cuidar dos oceanos, do planeta e aprender a respeitar e cuidar o meio ambiente são temas que estão na ordem do dia.

Quando a sustentabillidade é uma preocupação para todos, este tema revela-se fulcral especialmente nas gerações mais novas a quem é incutida uma educação ambiental como forma de os consciencializar para a necessidade de todos darmos o nosso contributo.

Tal como a Rádio campanário já noticiou, esta manhã, numa iniciativa promovida pelo município de Vila Viçosa e pelo Projeto Forest Impact, a comunidade de Vila viçosa foi desafiada a dar o seu contributo na plantação de uma mini-floresta de árvores autóctones, no loteamento de São Domingos.

Henrique Lopes tem 10 anos de idade. Esta manhã trocou o computador, a televisão ou outras novas tecnologias , arregaçou as mangas e veio ajudar a construir um planeta melhor.

A Rádio Campanário esteve presente e falou com Henrique. Começámos por lhe perguntar qual a importância desta iniciativa. Do “alto” dos seus 10 anos, diz convicto “esta iniciativa é muito importante porque cada vez temos menos plantas no Planeta.”

Henrique mora neste Loteamento e conta-nos que o mesmo “já teve mais flora”.

Henrique Lopes plantou várias espécies e diz-nos, entendido na matéria “há aqui 26 espécies diferentes e cada um tem o seu género mas a pouco e pouco vamos plantá-las todas.”

Para esta criança de 10 anos “esta é uma boa iniciativa”.

Henrique Lopes conclui dizendo “estou imensamente feliz por poder ajudar a ter um Planeta melhor.”

Esta plantação, hoje efetuada no Loteamento de São Domingos, em Vila Viçosa, baseia-se no método do botânico Japonês Miyawaki e centra-se na plantação de espécies nativas com um compasso de plantação muito denso (3 a 5 plantas por m2) de estrato arbóreo, arbustivo, sub-arbustivo e herbáceo. Este método proporciona: variedade de alimentos, insectos, anfíbios, etc. O método será utilizado pela primeira vez nesta região, e pela competição de luz solar, prevê-se um crescimento mais rápido das plantas. Devido a esta diversidade, a minifloresta capta mais carbono.

 

 

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