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Sexta-feira, Maio 24, 2024

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Nova ERPI de Santo Aleixo “contribui para minorar o abandono do interior pelos jovens e aumenta o serviço aos idosos”, diz Padre Juanes Oliveira (c/som)

A freguesia de Santo Aleixo, concelho de Monforte, já dispõe de uma estrutura de apoio à idade sénior, que foi inaugurada esta segunda-feira (26 de agosto).

Num investimento de 1,2 milhões de euros, o novo equipamento tem capacidade para acolher 33 pessoas.

A Rádio Campanário marcou presença na cerimónia de entrega do Lar de Santo Aleixo ao Centro Social e Paroquial, e falou com o Padre Juanes Oliveira, responsável pelo Centro Social e Paroquial de Santo Aleixo.

Juanes Oliveira começa por referir aos nossos microfones que “esta valência coroa o esforço da nossa instituição”, acrescentando que “ao longo dos anos temos servido a população cuidando dos mais carenciados desta freguesia”.

Com “esta ERPI podemos dar um serviço mais integrado, mais direto e constante aos nossos idosos”, refere o Padre Juanes, lembrando que “já tínhamos atendimento domiciliário”.

“Este lar é o coroar dos esforços que desenvolvemos ao longo dos anos”
Juanes Oliveira

Ao ceder a sua exploração ao Centro Social e Paroquial, o Município está a reforçar a sustentabilidade dessa instituição garantindo a sua subsistência, o que para Juanes Oliveira “é um presente que tanta falta fazia na nossa freguesia”.

Não esquecendo os problemas da desertificação e do desemprego que têm afetado o interior do Alentejo, Juanes Oliveira considera que “teremos mais postos de trabalho, dinamizaremos a economia e aumentamos a possibilidade de fixar pessoas aqui”.

“O fenómeno dos jovens abandonarem o interior em busca de trabalho é tão triste, esta ERPI pode contribuir para minimizar esse abandono”
Juanes Oliveira

Questionado pela RC sobre a capacidade do lar, o Padre Juanes refere que “tem por volta de 30 camas”, em termos de postos de trabalho “de momento no centro de dia temos 8 trabalhadores, mas serão contratados mais consoante as necessidades que surjam”.

Juanes Oliveira explica que a contratação de pessoas “será um trabalho progressivo, e estamos dependentes dos acórdãos com a segurança social”, lembrando que “temos a política de trabalhar com coesão e responsabilidade, esta ERPI é uma grande responsabilidade e temos de dar passos firmes e bem dados”.

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