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Domingo, Abril 14, 2024

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O descontentamento dos autarcas do Norte relativamente aos dinheiros de Bruxelas, os 160 milhões de euros pagos pela indústria às farmacêuticas, e a aprovação da lei de reposição das 35 horas no comentário de João Oliveira, no dia 1 de junho (c/som)

O Deputado João Oliveira, eleito pelo círculo de Évora da CDU à Assembleia da República, no seu comentário desta quarta-feira, dia 1 de junho, falou sobre o descontentamento dos autarcas do Norte relativamente aos dinheiros de Bruxelas afetos aos contratos para os planos estratégicos de desenvolvimento urbano (PEDU), dos 160 milhões de euros pagos pela indústria às farmacêuticas, tendo sido gastos 70 milhões com médicos e a aprovação da lei de reposição das 35 horas que avança mas não trava protestos.

Sobre o descontentamento dos autarcas do norte, João Oliveira expressa que “é natural que haja da parte de muitas autarquias, um sentimento de alguma revolta pela dificuldade de acesso aos fundos comunitários e de acesso ao financiamento comunitário para determinados projetos seus e acho que isso é perfeitamente natural. É justo que haja essa reviravolta da parte das autarquias e que cada autarquia possa fazer o reforço para exigir outras condições mais favoráveis no acesso ao financiamento comunitário para a concretização de projetos que as autarquias têm programado. Eu julgo que este problema não será exclusivo do Norte do país, admito que haja no Alentejo também muitas autarquias que neste momento estão a procurar utilizar todos os meios que tem à disposição para levar tão longe quanto possível as possibilidades de receberem os fundos comunitários para concretizarem os projetos de investimento nos seus concelhos (…)”.

Sobre os 160 milhões de euros pagos pela indústria às farmacêuticas, tendo sido gastos 70 milhões com médicos, o Deputado refere que é uma matéria “muito delicada porque mistura aquilo que são coisas que podem ser positivas e muito positivas para os seres humanos, mas por outro lado pode significar também uma fonte de negócio e práticas associadas ao negócio que são inadmissíveis. O que ninguém negará é a importância de os nossos médicos terem a noção dos medicamentos mais avançados que existem e os efeitos que os medicamentos produzem e as possibilidades e vantagens que os doentes podem recolher na utilização de um determinado medicamento que surgiu a partir da pesquisa científica (…)”.

Relativamente à aprovação da lei de reposição das 35 horas que avança mas não trava protestos, João Oliveira declara que “houve alguma dificuldade de leitura em relação à proposta que vai ser aprovada. Se há coisa que ficou clara entretanto, é que a reposição das 35 horas, entra em vigor no dia 1 de julho para toda a administração pública (…)”.

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