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Quinta-feira, Julho 25, 2024

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“Queremos manter a água em Estremoz no domínio público e não privatizá-la”, diz José Daniel Sádio (c/som)

São vários os concelhos do Alentejo, que quer por questões de necessidade, quer por questões de melhoria de condições, avançam com obras na via pública, de modo a dar aos seus munícipes, melhores condições de vida e, de certo modo, também para embelezar as suas terras.

A Rádio Campanário foi até Estremoz e falou com José Daniel Sádio, Presidente da Câmara Municipal de Estremoz, para perceber quais as obras estruturas com que o município vai avançar.

Em declarações à nossa redação, o presidente da autarquia estremocense referiu que “temos como provisionamento, para o último trimestre do ano, a inauguração do espaço do Largo General Graça e toda a zona envolvente ao Largo do Gadenha, que está em bom ritmo e que vai ficar um espaço maravilhoso, e que vai acrescentar valor à nossa cidade e ao concelho. A maior obra que está por concluir e que estamos a trabalhar nela, tem a ver com a água e com os esgotos. Esse é o grande dossier que estamos a trabalhar, estamos a procurar o levantamento e ter os dados precisos e claros tão breve quanto possível para lançarmos a discussão política, depois a discussão técnica que está a acontecer, o debate nos órgãos municipais para se tomar uma decisão em relação a essa outras opções surgir e que sejam melhores, porque tem que se tomar uma decisão, tem que se optar por uma solução, porque não é viável para o nosso concelho estas sistemáticas perdas e o transtorno que existe no verão, que se agravam como sempre, é roturas, pessoas sem água por dois ou três dias, o que é gravíssimo, nós não podemos continuar assim, colocamos o futuro de Estremoz em causa e, essa é, de facto, a maior obra. Aquilo que falamos é concessionar no domínio público, é uma sistema do domínio público e o Sistema das Águas do Vale do Tejo são câmaras com capital público. Essa poderia ser uma opção, eu nunca a trarei e não a votarei, a nossa opção é procurar uma concessão, mas no domínio da esfera pública. Nunca defendemos, nunca defendi e nunca defenderei a água em Estremoz ser privatizada e sim concessionada, mas no domínio público, falamos de Estado e não de empresas privadas. É óbvio que temos “n” projetos decorrentes daquilo que é o nosso projeto para os quatro anos, estamos numa fase que não está perto do fim, mas está quase, tem a ver com o próximo Quadro Comunitário 2030, para perceber qual é a fatia que cabe a Estremoz, no âmbito daquilo que é o PO Regional e do acordo de financiamento para projetos que nós finalizámos e assim que estiverem definida as linhas finais e o valor final, elas serão anunciadas com é o nosso compromisso”.

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