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Domingo, Julho 14, 2024

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Eurodeputado Carlos Zorrinho fala sobre os processos de imigrantes, habitação e as contas públicas

No seu comentário semanal na Rádio Campanário, o eurodeputado do Partido Socialista, Dr. Carlos Zorrinho, falou sobre o primeiro tema, a mobilização de Juízes para despachar processos de imigrantes, começando por referir “é muito importante que se mobilizem os juízes e toda a equipa da Agência da Imigração e sobretudo, é muito importante, que aquilo que foi anunciado com pompa e circunstância pelo Governo para resolver a vida destas pessoas passe para o terreno” justificando “nós sabemos que precisamos dessas pessoas para trabalhas mas é necessário que as mesmas estejam no País de uma forma integrada e legal.” O Socialista espera ainda que “esta não seja apenas uma notícia de primeira página e que seja uma ação concreta e eficaz.”

Relativamente ao segundo tema, o facto de Portugal ser considerado o País da União Europeia onde a falta de acesso a casas mais se agrava, Carlos Zorrinho realçou “é a maior prioridade em termos de respostas e essa resposta tem que ser dada pelas entidades governamentais e também pelas autarquias, Investidores privados ” considerando necessário “criar um contexto que favoreça a oferta de habitação , o aluguer, a construção .”

Na opinião do nosso comentador “infelizmente a crise da troika destruiu muitas pequenas empresas que faziam empreitadas de construção de habitação ” agudizando assim o problema da habitação no nosso país. O socialista evidencia ainda que Portugal, como País, “tem que perceber que sem habitação condigna não conseguimos ter uma sociedade também ela saudável e que seja capaz de acolher sem problemas.” A Habitação e este indicador em concreto “deve-nos preocupar e deve acima de tudo mobilizar-nos para mudar as circunstâncias .”

por último e quanto às contas públicas e quanto ao facto de 2024 ter começado com défice, O Eurodeputado do PS referiu “os especialistas explicam-nos e o histórico também que o primeiro trimestre é sempre muito complexo” ainda assim, explica, isso não implica que as contas finais, no final do ano, não sejam positivas.”

Ainda a este propósito Carlos Zorrinho sublinha “a afetação das contas, a maneira como se redistribui faz a diferença mas o resultado final , ou seja o equilíbrio, deve unir-nos pois a reputação de Portugal e o facto de termos contas certas é um benefício para toda a sociedade portuguesa.”

“Não devemos ter uma espécie de bloqueio das contas certas;as escolhas podem ser diferentes em função da visão de cada partido mas não devemos perder esse grande legado das contas certas deixado pelo governo socialista” concluiu.

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