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Quarta-feira, Julho 24, 2024

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Vai abrir um Centro de Administração da Guerra da Restauração, em Borba. Diz arquiteto Mareco.

O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, presidiu, esta segunda-feira, 17 de junho, à cerimónia evocativa da Batalha de Montes Claros, realizada junto ao Padrão de Montes Claros, em Borba. Durante o evento, foi descerrada uma placa alusiva à inauguração do Terreiro Interpretativo da Batalha de Montes Claros.

A Rádio Campanário esteve presente e registou a entrevista com o arquiteto Mareco da Fundação Batalha de Aljubarrota.

“Sim, sem dúvida. A Fundação fez aqui um investimento que faz parte de uma série de investimentos previstos para a região, nomeadamente aqui no terreiro e, mais tarde, no Centro de Administração da Guerra da Restauração, no centro de Borba, que esperamos abrir ainda este ano. Tudo isto faz parte de um conjunto que será visitável, em parceria com algumas entidades e outros locais referentes à Guerra da Restauração, nomeadamente Machial e Linhas de Elvas,” explicou o representante.

Quando questionado sobre outros locais históricos na região, Mareco respondeu: “Na região, temos vários locais assinalados com influência militar, abrangendo um período extenso da nossa história. Há três grandes batalhas identificadas nesta área que podem ser visitadas quase num dia: a Batalha do Ameixial, as Linhas de Elvas e a última, em 1665, aqui em Montes Claros. Além destas, temos também a figura de Castelo Rodrigo mais a norte, embora esteja mais afastada desta zona central.”

Sobre a importância da requalificação destes lugares, o representante afirmou: “Sem dúvida, isso é um dos objetivos da Fundação Batalha de Aljubarrota, não só no âmbito dos campos de batalha da Guerra da Independência, mas também da Guerra da Restauração.”

A cerimónia sublinhou a importância da preservação e valorização da memória histórica de Portugal, destacando a necessidade de educar e sensibilizar as gerações futuras sobre o património cultural e histórico do país.

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